Resumo do manual:
e caso. ENVIO
canal Fader nÃvel de envio AUX
Fader principal
nÃvel de envio AUX
nÃvel de retorno AUX ENVIO RETORNO
Post-fader envia para um processador de efeitos externo. O sinal de envio é alimentado na unidade de efeito externo -- uma unidade de reverb, por exemplo -- e a saÃda da unidade de efeito é devolvida ao Retorno AUX e mixado no programa principal. O nÃvel de envio é afetado pelo canal fader assim o nÃvel de efeito sempre permanece em proporção ao canal de sinal.
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4-2. Usando grupos Vias de grupo e faders podem simplificar muito o processo -- particularmente em situações ao vivo nas quais as mudanças têm que ser feitas tão depressa quanto possÃvel. Se você tem um conjunto de canais que precisam ser ajustados junto enquanto mantêm seus nÃveis relativos, agrupar é o modo de fazê-lo. Simplesmente nomeie o conjunto a um grupo de vias, e tenha certeza que aquele grupo também seja nomeado na via do programa principal. Então você pode ajustar o nÃvel global do grupo usando um único grupo de fader, em lugar de tentar controlar múltiplos canais de faders simultaneamente. Grupos de vias normalmente também têm suas próprias saÃdas, assim você pode enviar o sinal de grupo a um destino externo diferente da mixagem principal.
canais fader nomeados em grupo (controlado como grupo) Um grupo de canais cujos nÃveis precisam manter a mesma relação -- uma mixagem de bateria, por exemplo -- pode ser nomeado a uma via de grupo. Normalmente o sinal de via de grupo pode ser enviado independentemente por saÃdas "Groupo", ou pode ser nomeado na via do programa principal (estéreo) para ser mixado com o programa estéreo principal. Uma vez que a mixagem entre os canais nomeados no grupo é estabelecida pelos canais faders, o nÃvel global do grupo inteiro pode ser ajustado convenientemente por um único grupo fader.
grupo fader
canais fader nomeados em estéreo (controlado individualmente)
fader estéreo principal
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4-3. Inserir canal para canal - processo especÃfico Outro modo para adquirir o sinal do mixer fora da caixa é usando as inserções de canal. As inserções de canal quase sempre são localizadas antes do canal fader e, quando usadas, quebram de fato o caminho do sinal interno do mixer. Ao contrário da via AUX para enviar e retornar, a inserção de canal só aplica ao canal correspondente. Inserções de canal são comumente usadas para aplicar um processador dinâmico como um compressor ou limitador para um canal -- apesar deles poderem ser usados com quase qualquer tipo de processador de entrada/saÃda.
inserir envio inserir retorno
canal fader
Quando um plugue é inserido na entrada de canal, o caminho do sinal interno é interrompido e é enviado fora do mixer para o processador externo.
As saÃdas de inserção de canal devem ser usadas com um cabo de inserção especial que tem um plugue TRS em uma ponta e um plugue mono em Y na outra ponta. Um dos plugues mono leva o sinal "envia" que alimenta a entrada do processador externo, e o outro leva o sinal "retorno" da saÃda do processador.
para a entrada do processador externo para a saÃda INSERT I/O conexão conexão anel ponta ponta
para a saÃda do processador externo
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5 - Mixando melhor
5-1. Aproximando-se do mixer -- Por onde começar? Mixar é fácil, certo? Apenas gire os faders até que o som esteja certo? Bem, você pode fazer isto deste modo, mas uma aproximação mais sistemática é apropriada ao material que você está mixando para produzir resultados muito melhores, e mais rapidamente. Não há nenhuma regra, e você provavelmente acabará desenvolvendo um sistema que trabalha melhor para você. Mas a chave é desenvolver um sistema em lugar de trabalhar a esmo. Aqui estão algumas idéias para o começar: Abaixar os faders Pode soar simples demais, mas normalmente é uma idéia boa para começar com todos os canais faders desligados -- todos abaixados. Também é possÃvel começar com todos os faders nas suas configurações nominais, mas é muito fácil perder o foco com esta aproximação. Comece com todos os faders abaixados, então aumente-os um por um para preencher a mixagem. Mas com qual canal você deve começar? Examplo 1: Balada vocal acompanhada por trio de piano O que você está mixando? É uma canção na qual os vocais são o elemento mais importante? Nesse caso você poderia construir a mixagem ao redor dos vocais. Isto significa trazer o canal vocal primeiro para nominal (se o seu procedimento de configuração de nÃvel foi executado corretamente este será um bom ponto de partida), e então somar os outros instrumentos. O que você soma depende do tipo de material com que você está trabalhando e sua aproximação com ele. Se os vocais são apoiados por um trio de piano e a canção é uma balada, por exemplo, que você poderia aproximar o piano e fazer a relação vocal/piano correta, então traga o baixo e a bateria para apoiar o som global. Examplo 2: Funky R&B A aproximação será totalmente diferente se você está mixando um número de funky R&B. Neste caso a maioria dos engenheiros começará com os tambores, e então acrescentará o baixo. A relação entre a bateria e o baixo é extremamente importante para alcançar o "drive" ou excitar a música. Preste atenção em particular em como os graves trabalham com a batida (bateria base). Eles quase devem parecer um único instrumento -- com a batida fornecendo a energia e o baixo fornecendo a afinação. Uma vez mais, não há nenhuma regra, mas estes são conceitos que comprovadamente trabalham bem. Primeiro a música -- então a mixagem Em qualquer caso, a música vem primeiro. Pense na música e deixe-a guiar a mixagem, em vez de tentar fazer ao contrário. O que está dizendo a música e que instrumento ou técnica está sendo usada para dirigir a mensagem? Isso é onde deve estar o enfoque de sua mixagem. Você está usando uma ferramenta de alta tecologia para fazer a mixagem, mas a própria mixagem é tão arte quanto a música. Aproxime deste modo e suas mixagens tornarão-se uma parte vital da música.
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5-2. Panning para mixagens limpas Não só o modo como você paneliza seus canais individuais determina onde os instrumentos aparecem no campo de som estéreo, mas também é vital para dar a cada instrumento seu próprio "espaço" de forma que não entrem em conflito com outros instrumentos. Ao contrário do som ao vivo em um espaço acústico real, o som estéreo gravado é basicamente bidimensional (embora alguns tipos de som sorround sejam de fato muito tridimensionais), e instrumentos posicionados direitamente acima de um outro entrarão freqüentemente em outro modo -- particularmente se eles estão no mesmo alcance de freqüência ou têm um som semelhante. Esparrame-os! Posicione seus instrumentos para que assim eles tenham espaço para "respirar", e conectarem-se do modo mais musical com outros instrumentos. Porém, às vezes você quererá deliberadamente panelizar sons bem junto, ou até mesmo sobre um outro, enfatizando suas relações. Não há nenhuma regra. Normalmente (mas esta não é uma regra), baixo e vocal principal serão panelizados no centro, assim como a bateria se for em estéreo.
5-3. EQ ou não EQ Em geral: menos é melhor. Há muitas situações nas quais você precisará cortar certo alcance de freqüência, mas impulsione frugalmente, e com cuidado. O uso apropriado de EQ pode eliminar interferência entre instrumentos em uma mixagem e pode dar ao som global uma definição melhor. Uma EQ ruim -- e comumente um aumento ruim -- soa terrivelmente. Corte para uma mixagem mais limpa Por exemplo: pratos têm muita energia na freqüência média e baixa que você realmente não percebe na musica, mas que pode interferir com a claridade de outros instrumentos nestas freqüencias. Você pode basicamente diminuir o EQ do baixo dos pratos sem mudar seu som na mixagem. Você ouvirá a diferença, porém, de um modo qua a mixagem pareça mais espacial, e instrumentos nas freqüências mais baixas terão definição melhor. Bastante surpreendentemente, o piano também tem um baixo inacreditavelmente poderoso que pode se beneficiar um pouco da menor freqüência permitindo que outros instrumentos -- notavelmente bateria e baixo -- façam seu trabalho mais efetivamente. Naturalmente você não quererá fazer isto se o piano estiver tocando sozinho. O contrário se aplica à bateria e ao baixo: você pode freqüentemente diminuir a altura para criar uma mixagem mais espacial comprometer o caráter dos instrumentos. Você terá que usar suas orelhas, entretanto, porque cada instrumento é diferente e à s vezes você quererá ouvir o "snap" do baixo, por exemplo. Boost com cuidado Se você está tentando criar efeitos especiais ou incomuns, vá em frente e impulsione tanto quanto você gostar. Mas se você está apenas tentando alcançar uma mixagem que soe bem, só impulsione em incrementos muito pequenos. Um aumento minúsculo no médio pode dar aos vocais mais presença, ou um toque de aumento alto pode dar a certos instrumentos mais "ar". Escute, e se as coisas não soarem claras e limpas tente usar o corte para remover freqüências que estão atravancando a mixagem ao invés de tentar impulsionar a mixagem em claridade. Um dos maiores problemas com o aumento é que isto aumenta o ganho do sinal, aumenta o ruÃdo e sobrecarrega o circuito.
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5-4. Ambiente Aplicações ponderadas para reverb e/ou atraso pelas vias AUX do mixer realmente podem refinar uma mixagem, mas muito pode "lavar" a mixagem e reduzir a pureza do som global. O modo que você monta seu som de reverb pode fazer uma diferença enorme no modo enreda a mixagem. Tempo de reverb/atraso Unidades diferentes de reverb/atraso oferecem capacidades diferentes, mas a maioria oferece alguns meios de ajustar o tempo de reverb. Gastar um pouco de tempo extra combinando o tempo de reverb com a música que está mixando pode significar a diferença entre um grande som e um meramente comum. O tempo de reverb que você escolhe dependerá muito do tempo e "densidade" da mixagem à mão. Tempos mais lentos e densidades mais baixas (ex. mixagem dispersa com menos atividade sônica) pode soar bem com tempos de reverb relativamente longos. Mas tempos de reverb longos podem lavar completamente um pedaço mais ativo de música. PrincÃpios semelhantes aplicam-se ao atraso. Tom de reverb Quão "luminoso" ou "profundo" um som de reverb é também tem um impacto enorme no som de sua mixagem. Unidades de reverb diferentes oferecem meios diferentes de controlar isto -- equilibrio entre as freqüências alta e baixa de tempo de reverb, EQ simples, e outros. Um reverb que é muito luminoso não só soará antinatural, mas entrará em conflito com alturas delicadas de sua mixagem. Se você acha que está ouvindo mais reverb na mixagem que o necessário, tente reduzindo o brilho do som de reverb. Isto lhe permitirá adquirir um ambiente mais encorpado sem comprometer a pureza do som. NÃvel de reverb É incrÃvel quão depressa suas orelhas podem perder a perspectiva e enganarem-no em fazendo-o acreditar que uma mixagem totalmente desbotada soa perfeitamente bem. Para evitar entrar nesta armadilha comece com o nÃvel de reverb totalmente abaixado, então gradualmente aumente o reverb na mixagem até que você possa ouvir a diferença. Qualquer coisa mais que isto normalmente torna-se um "efeito especial". Você não quer que o reverb domine a mixagem a menos que você esteja tentando criar o efeito de uma banda em uma caverna -- que é uma meta perfeitamente legÃtima e criativa se é isso mesmo o que você quer.
5-5. Efeitos& EQ embutidos Seu mixer MG caracteriza um sistema de efeitos interno de alto-desempenho e equalizador gráfico que oferecem extraordinária força de processamento de som e versatilidade sem a necessidade de um equipamento externo. O DSP interno (processador de sinal digital) lhe deixa adicionar o reverb e o atraso individualmente para cada canal da mesma forma que você podria fazer com uma unidade de efeito externa  mas você não precisa conectar qualquer equipamento extra, e não sofrerá com a perda de qualidade que as conexões externas às vezes apresentam. O equalizador gráfico é ideal para amoldar a resposta da mixagem global, e por minimizar o retorno em situações ao vivo. Para detalhes veja página 22.
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Painéis dianteiro & traseiro
Seção de controles de canal
(1) Controle GAIN Ajusta o nÃvel do sinal de entrada. Para adquirir o melhor equilÃbrio entre a relação de S/N e o alcance dinâmico, ajuste o nÃvel de forma que o indicador de pico (2) só ative sobre o nÃvel de entrada máximo. A escala Â60 a Â16 indica o nÃvel de ajuste de MIC-entrada. A escala Â34 a +10 indica o nÃvel de ajuste de LINE-entrada. (2) Indicador de pico Detecta o pico do sinal de nÃvel equalizado, e acende luzes vermelhaa quando o nivel alcança 3 dB abaixo do nÃvel de corte. Em canais de entrada estéreo equipados com plugues XLR (canais 9/10 e 11/12), detecta o sinal de nivel equalizado e amplificado, e acende luzes vermelhas se qualquer um destes nÃveis alcança 3 dB abaixo do nÃvel de corte. (3) Interruptor (High Pass Filter) Estes iterruptor alterna o HPF em ativado e desativado. Para ativar o HPF, aperte o interruptor ( ). O HPF corta freqüências abaixo de 80 Hz. (Mas note que apesar do ajuste do interruptor, o mixer não aplica este HPF para a linha de entrada do canal estéreo.) (4) Equalizador · Mono (canais 1 a 8) Este equalizador de três-faixas ajusta as faixas de freqüência alta, média, e baixa do canal. Fixando o botão para a posição produz uma resposta de freqüência plana. Virando o botão à direita aumenta a faixa de freqüência correspondente, enquanto virando à esquerda corta a faixa. A tabela seguinte mostra os tipos de EQ, freqüência básica, e o máximo de corte/aumentopara cada uma das três faixas.
canais 1a8 (mono)
canais 9/10 e 11/12 (estéreo)
canais 13/14 e 15/16 (estéreo)
· Canais estéreo (canais 9/10, 11/12, 13/14, 15/16) Este equalizador de quatro-faixas ajusta as faixas de freqüência alta, alta-média, baixa-média, e baixa do canal. Fixando o botão para a posição produz uma resposta de freqüência plana. Virando o botão à direita aumenta a faixa de freqüência correspondente, enquanto virando à esquerda corta a faixa. A tabela seguinte mostra os tipos de EQ, freqüência básica, e o máximo de corte/aumento para cada uma das quatro faixas.
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Painéis dianteiro & traseiro
(5) Controles AUX1 e AUX2 O botão AUX1 controla o nÃvel do sinal que o canal envia à via AUX1; o botão AUX2 controla o nÃvel do sinal para a via AUX2. Estes botões geralmente são ajustados perto da posição . Se você está usando canais estéreo, os sinais L (Ãmpar) e R (par) dos canais serão mixados e enviados à s vias AUX1 e AUX2. (6) Interruptor PRE Seleciona se o sinal pre-fader ou post-fader alimentarpa a via AUX2. Se você ativar o interruptor ( ), o mixer envia o sinal pre-fader -- este sinal anterior a passagem do canal fader B -- para a via AUX2, de forma que a saÃda AUX2 não seja afetada pelo fader. Se você desativar o interruptor ( ) o mixer envia o sinal post-fader para a via AUX2. Note que este interruptor só configura a via AUX2. O sinal para a via AUX1 sempre atravessa primeiro o canal fader. (7) Controle EFFECT Ajusta o nÃvel do sinal enviado do canal à via EFFECT. Note que o nÃvel do sinal irá variar de acordo com a configuração do canal fader. Se você está usando o canal estéreo (canais 9/10, 11/12, 13/14, 15/16), os sinais dos canais L (Ãmpar) e R (par) serão mixados e então enviados à via EFFECT. (8) Controle PAN (canais 1 a 8) Controle PAN/BAL (9/10 e 11/12) Controle BAL (13/14 e 15/16) O controle PAN determina o posicionamento do sinal do canal nas vias Grupo 1-2/3-4 ou no Estéreo L e R. O botão de controle BAL ajusta o equilÃbrio entre os canais esquerdo e direito. Sinais na entrada L (canal Ãmpar) alimentam a via Grupo 1/3 ou a via Estéreo L; sinais na entrada R (canal par) alimentam a via Grupo 2/4 ou a via Estéreo R. (9) Interruptor ST Este interruptor nomeia o sinal do canal à s vias Estéreo L e R. Para enviar o sinal à via Estéreo, ative o interruptor apertando-o ( ). A luz do interruptor fica laranja para indicar que está ativo. (10) Interruptor PFL (Pre-Fader Listen) Este interruptor lhe deixa monitorar o sinal do canal pre-fader. Para ativar o interruptor, aperte-o ( ) de forma que a luz se acenda. Quando o interruptor está ativo, o mixer envia o sinal do canal pre-fader para os plugues PHONES e C-R OUT, para monitoramento. (11) Interruptores GROUP Use estes interruptores para enviar o sinal do canal à s vias Grupo 1-2 e/ou Grupo 3-4. Ao ativar o interruptor ( ) o sinal será enviado à s vias do grupo correspondente. (12) Canal Fader Ajusta o nÃvel de saÃda do sinal que está entrando ao canal. Use este faders para ajustar o equilÃbrio de volume entre os vários canais.
Estes interruptores lhe permitem nomear o sinal a qualquer um ou ambos os grupos apesar da configuração do interruptor ST (9). Estes controles o permitem enviar o sinal para a via AUX apesar da configuração do interruptor ST (9).
Nos canais onde este botão possui os controles PAN e BAL (9/10 e 11/12), o botão opera como um controle PAN se você está entrando através dos plugues MIC ou da entrada L (MONO) apenas, e opera como um controle BAL se você está entrando em ambas as entradas L e R.
Para reduzir o ruÃdo, ajuste os sliders de fader para um canal não usado todo abaixo.
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Painéis dianteiro & traseiro
Seção de controles principais
(1) Fader principal ST Ajusta o nÃvel do sinal para a saÃda ST OUT. (2) Faders GROUP (1-2, 3-4) Ajuste o nÃvel do sinal para as saÃdas GROUP OUT 1 a 4 iça. (3) Interruptor TO ST Se este interruptor estiver ligado ( ), o mixer envia os sinais processados pelo faders GRUPO (2) para a via estéreo. O sinal do Grupo 1/3 vai para Estéreo L e o sinal do Grupo 2/ 4 vai para Estéreo R. (4) SEND principal · Controles AUX1 e AUX2 Ajuste o nÃvel do sinal emitido das saÃdas AUX1 SEND e AUX2 SEND. · Controle EFFECT principal Ajusta o nÃvel do sinal na via EFFECT. Este é o sinal que é enmviado pela saÃda EFFECT. (5) RETURN (controles AUX1, AUX2, e ST) · Controles AUX1 e AUX2 Ajuste o nÃvel do sinal mixado L/R enviado do RETURN (L (MONO) e R) para as vias AUX1 e AUX2. · Controle ST Ajusta o nÃvel do sinal enviado do RETURN (L (MONO) e R) para a via Estéreo. (6) Controle 2TR IN Ajusta o nÃvel do sinal enviado da entrada 2TR IN à via Estéreo. (7) Interruptor PHANTOM +48 V Este interruptor alterna a força auxiliar em ligada e desligada. Se você ligar, o mixer proverá força para todos os canais com entrada MIC (canais 1Â8, 9/10, 11/12). Ligue este interruptor ( ) quando usar um ou mais microfones de condensador.
Estes controles SEND principal não afetam o nÃvel do sinal enviado do effector digital interno sobre a via EFFECT principal.
Se você provê um sinal para o RETORNO L (MONO), o mixer envia o sinal idêntico para as vias estéreo L e R.
Quando este interruptor está ligado, o mixer provê força DC + 48V para os pinos 2 e 3 de todos os plugues tipo XLR.
· Certifique-se de deixar este interruptor desligado ( ) quando você não estiver usando a força auxiliar. Pode ocorrer um zumbindo ou dano se você conectar a um dispositivo desequilibrado ou a um transformador desaterrado enquanto este interruptor estiver ligado ( ). Mas note que o interruptor pode permanecer ligado ( ) sem problema quando conectando microfones dinâmicos equilibrados. · Para evitar dano aos falantes, desligue os amplificadores (ou falantes amplificados) antes de ligar ou desligar este interruptor.
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Painéis dianteiro & traseiro
(8) Interruptores de medidores de nÃvel de sinal Estes interruptores, junto com os interruptores de canal PFL, selecione o sinal que é enviado pelo controle C-R/PHONES à saÃda C-R OUT, PHONES, e mediodr de nÃvel. A ilustração seguinte mostra como as configurações do interruptor correspondem à seleção de sinal.
. Se o interruptor PFL do canal de entrada está ligado ( ), então apenas o saÃda PFL do canal é enviada à s saÃdas C-R OUT, PHONES, e mediodr de nÃvel. 2 . Se os interruptores 2TR IN estiverem ativos ( ), o sinal fornecido à s entradas 2TR IN é enviado à saÃda C-R OUT, PHONES, e mediodr de nÃvel. Se os interruptores 2TR IN estiverem desativados ( ), então o sinal estéreo, ou grupo 1-2, ou grupo 3-4 é enviado à saÃda C-R OUT (como determinado pelos interruptores ST-GROUP e GROUP).
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(9) Controle C-R/PHONES Controla o nÃvel do sinal de saÃda para os plugues PHONES e C-R L e R. (10) Medidor de nÃvel Esta tela de luz mostra o nÃvel do sinal selecionado pelos interruptores de seleção descritos no item 8 acima (o nÃvel para plugues C-R OUT e PHONES). O ponto "0" corresponde ao nÃvel de saÃda standard. O indicador fica vermelho quando a saÃda atinge o nÃvel de corte. (11) Indicador POWER Este indicador acende quando o mixer é ligado. (12) ST GRAPHIC EQUALIZER Este equalizador de 7-faixas ajusta o som do sinal enviado à saÃda ST OUT. O equalizador só funciona se o interruptor GEQ estiver ligado ( ). O equalizador corta ou aumenta cada faixa (125, 250, 500, 1k, 2k, 4k, e 8k Hz) acima de um alcance de ±12 dB. (13) Plugue Phones Conector para fones. Esta é uma saÃda estéreo equilibrada tipo phone. (14) EFEITO DIGITAL · PROGRAM Dial Seleciona o efeito digital interno a ser aplicado. Você pode selecionar 16 efeitos, como mostrado na tabela.
O sinal monitorado por estes plugues é selecionado pelos interruptores Level-Meter Signal e o canal PFL.
· Controle PARAMETER Ajusta o parâmetro (profundidade, velocidaade, etc.) para o efeito selecionado. · Controles AUX1 e AUX2 Ajuste o nÃvel do sinal enviado do effector digital interno à s vias AUX1 e AUX2. · Interruptor ON Interruptores para ligar ou desligar o efeito interno. O efeito interno só é aplicado se este interruptor estiver ligado ( ). · Interruptor PFL Ligue este interruptor ( ) se você deseja que o sinal do efeito saia pela via PFL. · Interruptores GROUP (1-2, 3-4) Ligue um ou ambos interruptores ( ) se você deseja que o sinal do efeito saia pela via GRUPO 1-2 e/ou GRUPO 3-4. · EFFECT RTN Fader Ajusta o nÃvel do sinal do effector digital interno para a via ESTÉREO.
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Painéis dianteiro & traseiro
Seção enmtradas/saÃdas traseiras
(1) Canal de entrada · MIC (canais 1 a 8, 9/10, 11/12) Estes são entrada balanceadas tipo XLR. · LINE (canais 1 a 8) Estas são balanceadas tipo phone. Você pode conectar plugues phone balanceados ou desbalanceados. (2) Plugues INSERT I/O Estes são plugues de entrada/saÃda tipo phone desbalanceado. Cada um deles é posicionado entre o equalizador e o fader do canal de entrada correspondente (canais 1 a 8). Eles podem ser usados para conectar estes canais independentemente para dispositivos como equalizador gráfico, compressores, e filtros de ruÃdo. Estes são plugues TRS phone com suporte de operação bidirectional.
para a entrada do processador externo para a saÃda INSERT I/O conexão conexão anel ponta ponta
Onde um canal de entrada provê as duas saÃdas MIC e LINE, você pode usar qualquer uma mas não pode usá-las ao mesmo tempo. Por favor conecte único plugue em cada canal.
Conexão para plugue INSERT I/ O requer um cabo de inserção especial vendido separadamente como ilustrado ao lado.
para a saÃda do processador externo
O sinal de saÃda do plugue INSERT I/O é de fase invertida. Não será um problema se conectar a um effector. Se for usado a saÃda para um dispositivo externo, porém, por favor esteja atento de possÃveis conflitos de fase com outros sinais.
(3) Canal de entrada Estes são entradas desbalanceada. São providos dois tipos: tipo phone (canais 9/10 a 15/16) e tipo RCA (canais 13/14, 15/16). Use estes plugues para introduzir sinal estéreo, colocando o sinal L no canal Ãmpar e sinal R no canal par. (4) SaÃdas GROUP OUT (1 a 4) Estas são saÃdas tipo phone de impedância-balanceada que emitem o sinal Grupo 1-2/ 3-4. Use-as para conectar à entrada a um MTR, mixer externo, ou outro dispositivo semelhante. (5) SaÃda ST OUT (L, R) Estas saÃdas emitem o sinal mixado cujo nÃvel é ajustado pelo fader ST na seção controle principal. A saÃda está em estéreo (L e R). Você usa, por exemplo, para conectar ao amplificador que dirige seus alto-falantes principais. · plugue XLR saÃda tipo XLR balanceada. · plugue phone saÃda tipo phone TRS balanceada.
· Onde um canal provê os dois plugues phone e RCA-pin, você pode usar qualquer um dos dois mas não pode usar ambos ao mesmo tempo. Por favor só conecte um plugue em cada canal. · O plugue tipo phone para CH9/10 e 11/12 também suporta entrada mono. Especificamente, se você só introduz no plugue L(MONO) qualquer par (deixando o R vazio), o mixer propagará o mesmo sinal por as duas entradas L(MONO) e R.
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Painéis dianteiro & traseiro
(6) SaÃdas C-R OUT Estas são saÃdas tipo phone impedância-balanceada. Estas saÃdas emitem o sinal mixado cujo nÃvel é ajustado pelo controle C-R/PHONES. A saÃda está em estéreo (L e R). Estes plugues são usados tipicamente para conectar um sistema de monitor. (7) SaÃdas SEND · AUX1, AUX2, Estas são saÃdas tipo phone impedância-balanceada. Estas saÃdas emitem o sinal de AUX1 e AUX2, respectivamente. Você as usa, por exemplo, para conectar a um effector ou a uma caixa prompt ou outro sistema de monitoramento semelhante. · EFFECT Esta é uma saÃda tipo phone impedância-balanceada que emite o sinal da via EFFECT. Você a usa, por exemplo, para conectar um effector externo. (8) Entrada RETURN L (MONO), R Estas são entrada tipo phone desbalanceadas. O sinal recebido por elas é enviado à via Estéreo e à s vias AUX1 e AUX2. Estas entradas são tipicamente usadas para receber um sinal de retorno para um effector externo (reverb, delay, etc.). (9) SaÃda REC OUT (L, R) Estas são saÃdas tipo RCA-pin desbalanceada. Conectando-as a um gravador externo, você pode gravar o mesmo sinal que está sendo emitido da saÃda ST OUT. (10) Entrada 2TR IN Esta entrada tipo RCA-pin desbalanceada é usada para introduzir uma fonte de som estéreo. Use-a quando quiser conectar uma fonte de som estéreo (CD ou DAT) diretamente no mixer para monitorar. (11) Interruptor POWER Use este interruptor para colocar o mixer nos modos ON ou STANDBY. (12) Conexão ADAPTADOR AC IN Para conectar o adaptador de força PA-30 incluso (veja página 5).
Note que a corrente continua fluindo enquanto o interruptor está na posição STANDBY. Se você não planeja usar o mixer novamente para um longo tempo, retire o adaptador da tomada. O sinal monitorado por estes plugues é selecionado pelos interruptores Level-Meter Signal e os interruptores de canal PFL.
Estes plugues também podem ser usados como uma entrada estéreo auxiliar. Se você conecta apenas em L(MONO), o mixer reconhecerá o sinal como mono e propagará o sinal idêntico em L e R.
O fader principal ST do mixer não opera na saÃda de sinal destes plugues. Esteja seguro de fazer os ajustes de nÃvel apropriados no dispositivo gravador externo.
Você pode ajustar o nÃvel do sinal usando o controle 2TR IN na seção controle principal.
Use sapenas o adaptador PA30 incluÃdo com este mixer. O uso de um adaptador diferente pode resultar em fogo ou choque elétrico.
Polaridades do conector
* Estes plugues também aceitam conexões de plugues phones mono. Se você usa pluguesmono, a conexão estará desbalanceada. 24
Configurações
Procedimentos de configuração
(1) Antes de conectar a microfones e instrumentos, certifique-se de que todos os dispositivos estão desligados. Certifique-se também de que todos os canais faders do mixer e controles de faders principais estejam nos nÃveis mÃnimos. (2) Para cada conexão, conecte o fim do cabo ao microfone ou instrumento pertinente e conecte a outra ponta no plugue LINE ou MIC apropriado no mixer. (plugues LINE: canais 1 a 8. plugues MIC: canais 1 a 8, 9/10, 11/12.) (3) Para evitar danos nos alto-falantes, ligue os dispositivos na seguinte ordem: Dispositivos periféricos - mixer - amplificador (ou alto-falantes amplificados).
Quando desligar o sistema, desligue na ordem oposta: amplificador (ou alto-falantes amplificados) - mixer dispositivos periféricos.
Onde um canal de entrada possuir os dois plugues MIC e LINE, você pode usar qualquer um dos dois mas não ao mesmo tempo. Por favor conecte um único plugue em cada canal.
Exemplos de configuração
Gravação doméstica
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Configurações
Reforço de som para apresentações ao vivo
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Configurações
Montagem do rack
Montando (1) Duas peças de suporte de metal do rack são aparafusadas na unidade. Use uma chave de fenda para remover estes apoios.
(2) Vire os apoios, e firme-os no lugar novamente usando os mesmos parafusos.
(3) Monte a unidade no rack, e firme-a no lugar.
Se você deseja, pode mover o suporte da esquerda para o lado direito e o suporte da direita para o lado esquerdo, como mostrado no desenho.
Não instale o mixer próximo a amplificadores ou outros dispositivos geradores de calor.
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Apêndices
Especificações
Especificações gerais
CaracterÃsticas de freqüência (saÃda principal) Distorção harmônica total (saÃda principal)
Barulho 1
Voltagem de ganho máxima 2
Controle de entrada gain mono/estéreo Filtro de passagem alta mono/estéreo Crosstalk (1kHz)
Equalização do canal de entrada mono: variação mà ...